- Você acha que vai deixar de me amar algum dia?
- Não, porque de todas as pessoas... Você foi a única que eu tive a certeza de que mudaria a minha vida para sempre.
segunda-feira, 3 de junho de 2013
Bloco do eu sozinho.
"Eu sou aquele tipo de pessoa que é feliz
mas se você olhar bem
mas bem mesmo
eu no fundo, sou triste
e são poucas as pessoas que eu deixo que olhem bem".
mas se você olhar bem
mas bem mesmo
eu no fundo, sou triste
e são poucas as pessoas que eu deixo que olhem bem".
terça-feira, 28 de maio de 2013
Depois do 8 II
Quem tem amor próprio
não morre do (des)amor alheio
mas é difícil
(des)amar o alheio
(des)armar o alheio
concluo que desde ontem
desde sempre
quase sem querer
essa minha mania de querer poetizar tudo
faz com que eu ache a tristeza bonita
está na hora de
(des)achar.
não morre do (des)amor alheio
mas é difícil
(des)amar o alheio
(des)armar o alheio
concluo que desde ontem
desde sempre
quase sem querer
essa minha mania de querer poetizar tudo
faz com que eu ache a tristeza bonita
está na hora de
(des)achar.
sábado, 25 de maio de 2013
Depois do 8.
E todas as noites eu vou querer te ligar.
E eu vou querer voltar.
E te chamar, te encontrar e me entregar.
Pra você, pequena.
E todos os dias, você ainda toma meus pensamentos.
E eu te espero.
Mas eu sei que você não vem, do mesmo jeito que eu não vou.
E saber e sentir tudo isso, dói.
A ausência dos seus olhos, doem.
A ausência do seu cheiro, dói.
A ausência das suas mãos, cortam.
A ausência do seu sorriso, do meu sorriso.
A ausência dos seus gestos, do meu eu em você.
A ausência de você no meu eu.
Tudo isso dói, e eu descobri o significado da perda.
E vai doer, e eu poderia voltar, segurar sua mão novamente.
Colar meu corpo ao seu, voltar com o eixo do mundo.
Mas não posso.
Porque se fossemos novamente, as dores seriam também.
E eu não suportaria perder você mais uma vez.
Não suportaria perder você mais uma vez.
Não suportaria perder você mais uma vez.
Não suportaria perder você mais uma vez.
Por isso que eu não volto, e acho que por isso que você não vem.
E eu vou querer voltar.
E te chamar, te encontrar e me entregar.
Pra você, pequena.
E todos os dias, você ainda toma meus pensamentos.
Mas eu sei que você não vem, do mesmo jeito que eu não vou.
E saber e sentir tudo isso, dói.
A ausência dos seus olhos, doem.
A ausência do seu cheiro, dói.
A ausência das suas mãos, cortam.
A ausência do seu sorriso, do meu sorriso.
A ausência dos seus gestos, do meu eu em você.
A ausência de você no meu eu.
Tudo isso dói, e eu descobri o significado da perda.
E vai doer, e eu poderia voltar, segurar sua mão novamente.
Colar meu corpo ao seu, voltar com o eixo do mundo.
Mas não posso.
Porque se fossemos novamente, as dores seriam também.
E eu não suportaria perder você mais uma vez.
Não suportaria perder você mais uma vez.
Não suportaria perder você mais uma vez.
Não suportaria perder você mais uma vez.
Por isso que eu não volto, e acho que por isso que você não vem.
terça-feira, 24 de abril de 2012
Domingo.
E eu ainda não sei definir.
Você foi a pior, ou, a melhor coisa que aconteceu na minha vida.
Depois de tanto tempo, você ainda é ponto de interrogação.
As vezes leio todos aqueles emails que trocávamos.
Ouço as músicas que você me mandou, para ter certeza de que elas não voltem a ser as minhas preferidas.
As lembranças nunca se vão, não é mesmo?
O engraçado é que você se foi.
Os domingos bricam com a minha mente, te trazem à tona.
E o celular parece esperar seu número se conectanto ao meu.
Você nunca vai ligar.
Talvez um dia, nós nos veremos, como completamente estranhas, por alguns segundos passará por nossas cabeças, cada estrago feito, todas as lágrimas derramadas, teremos aquela conversa mais vaga de todos os tempos, e qualquer uma das duas vai inventar um compromisso urgente para não ter que ficar mais de 3 minutos perto.
Você me dizia que eu era seu amor mais lindo e isso quase me destruiu.
E eu?
Eu ainda não sei definir, se você foi a pior, ou, a melhor coisa que aconteceu na minha vida.
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