sábado, 20 de junho de 2009

Sobre mim.

*Não quero acreditar que a felicidade é curta e passageira.

*Eu mudo de roupa conforme o clima.

*Tenho tanta saudade aqui dentro que transborda.

*Quero amar alguém.

*Estou cansada, cadê a minha passagem de ida para fora do mundo?

*Quero overdose de teatro;

*Música.

*Quero voltar há um tempo atrás para concertar algo.

*Transbordou a saudade e a lembrança.

*Mas de quem? Quando?

*Quero respostas agora!

*Mas tenho que manter as perguntas, droga!

segunda-feira, 1 de junho de 2009

Pétala.




Prefiro somente olha-lá, contemplar seu sorriso belo, ela parece quebrável, e é incompatível comigo, é encantadora de uma forma estranha, sorridente de uma forma melancólica, uma mistura do estranho, que eu ficaria horas sem exagero a olhar, tentando decifrar todos os seus pensamentos, que são cercados por muros gigantescos, imaginar cada palavra dita para tentar conquistá-la, ser tudo o que ela sempre quis, ou, então não ser nada, marcá-la de alguma forma.
O morno me agrada, o sonso me domina, me surpreenda com o clichê. Me cative com o monótono, seja aquilo que eu espero e me terás em suas mãos, gasto; estrago, me encantam, previsivelmente esquisita, extraordinariamente {in}questionável, tudo que desejo: espero, a peça roxa, do meu quebra-cabeça verde.

sexta-feira, 10 de abril de 2009

ATENÇÃO!

Troco meu coração por um fígado.



PS: poucas escoriações. :)



que já não servem para mim...

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Não adianta nada ausência "acostumavel"...

Eu quero que minha ausência seja incurável.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Por favor, um café e uma passagem para Marte.

Apesar dos pesares eu ainda tenho “esperança”, mas às vezes me pergunto, até onde vai a esperança? Será que ela não está relacionada com “ser idiota”, ou, “não querer acordar para a realidade?”. Aonde termina a esperança? Termina quando começa a idiotice, mas... quando? Quando começa a idiotice?



- Boa tarde. Qual é o seu pedido?

- Hm...Por favor, eu quero um café e uma passagem para Marte. – A moça sorriu um pouco sem graça. - Brincadeira, eu me contento só com o café.

Mas bem que eu gostaria de uma passagem para Marte... Mesmo que existisse idiotice, esperança, realidade... O que eu estou fazendo aqui ainda?

- Pegando seu café. – Era uma das minhas melhores amigas. – A moça estava te chamando há minutos, e você ai, com olhar tão distante, quantos os pensamentos imagino... – eu ri e a abracei.

- Você já estava aqui?

- Não, acabei de entrar. Mas se estivesse, duvido que me enxergaria. – Ela riu. – Eu quero um duplo. Então, por que estava se perguntado “o que está fazendo aqui?”.

- Ah... Essa é uma longa história... Você tem tempo?

- Tenho...

- Como é bom conversar como nos velhos tempos. Então...