segunda-feira, 1 de junho de 2009

Pétala.




Prefiro somente olha-lá, contemplar seu sorriso belo, ela parece quebrável, e é incompatível comigo, é encantadora de uma forma estranha, sorridente de uma forma melancólica, uma mistura do estranho, que eu ficaria horas sem exagero a olhar, tentando decifrar todos os seus pensamentos, que são cercados por muros gigantescos, imaginar cada palavra dita para tentar conquistá-la, ser tudo o que ela sempre quis, ou, então não ser nada, marcá-la de alguma forma.
O morno me agrada, o sonso me domina, me surpreenda com o clichê. Me cative com o monótono, seja aquilo que eu espero e me terás em suas mãos, gasto; estrago, me encantam, previsivelmente esquisita, extraordinariamente {in}questionável, tudo que desejo: espero, a peça roxa, do meu quebra-cabeça verde.

sexta-feira, 10 de abril de 2009

ATENÇÃO!

Troco meu coração por um fígado.



PS: poucas escoriações. :)



que já não servem para mim...

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Não adianta nada ausência "acostumavel"...

Eu quero que minha ausência seja incurável.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Por favor, um café e uma passagem para Marte.

Apesar dos pesares eu ainda tenho “esperança”, mas às vezes me pergunto, até onde vai a esperança? Será que ela não está relacionada com “ser idiota”, ou, “não querer acordar para a realidade?”. Aonde termina a esperança? Termina quando começa a idiotice, mas... quando? Quando começa a idiotice?



- Boa tarde. Qual é o seu pedido?

- Hm...Por favor, eu quero um café e uma passagem para Marte. – A moça sorriu um pouco sem graça. - Brincadeira, eu me contento só com o café.

Mas bem que eu gostaria de uma passagem para Marte... Mesmo que existisse idiotice, esperança, realidade... O que eu estou fazendo aqui ainda?

- Pegando seu café. – Era uma das minhas melhores amigas. – A moça estava te chamando há minutos, e você ai, com olhar tão distante, quantos os pensamentos imagino... – eu ri e a abracei.

- Você já estava aqui?

- Não, acabei de entrar. Mas se estivesse, duvido que me enxergaria. – Ela riu. – Eu quero um duplo. Então, por que estava se perguntado “o que está fazendo aqui?”.

- Ah... Essa é uma longa história... Você tem tempo?

- Tenho...

- Como é bom conversar como nos velhos tempos. Então...

sábado, 4 de outubro de 2008

Shiii...

- Eu já disse que eu te quero... – No exato momento, as gargalhadas escaparam de meus lábios.

- Pare de falar bobagem. – Respondi em um tom de ironia.

- Eu larguei tudo por você!

- E eu nem pedi. – Assim virando as costas, caminhando em rumo da destruição, por não ter coragem, de enfrentar, o mundo como ele enfrentou só pra me ter.

- Eu ainda te amo... – Parei. Acho que eram suas ultimas palavras. Seria bem mais fácil, enfiar uma faca em meu próprio peito. Do que deixar o silêncio entre nós dois. Aquele silêncio que eu sempre odiei. – Como sempre, Patrícia. O silêncio sempre foi sua resposta. – Me virei. E me deparei com o rosto dele, perto do meu, ele havia vindo até a mim. Abri a boca, mas ele a fechou com um só dedo, e me deu um beijo. – Mas você não precisa de palavras, seus olhos já demonstram tudo.

- Por que insiste tanto?

- Porque você foi à única pessoa, até hoje que me mostrou que vale a pena.

- Por que você me eleva tanto? É para o tombo ser maior?

- Quando eu te conheci, você já estava na nuvem, eu nunca te elevei, ao contrario, eu só subi para poder te alcançar...

- Pára... – Ele segurou minhas mãos, suadas.

- Eu amo você! Sempre amei... A garota dos meus sonhos sempre foi você.

- Eu...

- Não precisa dizer nada. Seus olhos já dizem tudo. Eu tinha medo de altura, mas com você eu aprendi que vale a pena ver tudo lá do alto. – Meu coração batia extremamente rápido.

- Como você tem tanta certeza?- Era minha ultima pergunta. Ele pegou minha mão, e colocou em seu peito. Senti seu coração, que por sinal batia tão descompulsado quando o meu.

– É assim que ele fica, quando você esta por perto.

- Você...

- Shiii, me abraça, só me abraça... – Ele é... ( Shiiii).