domingo, 23 de maio de 2010

Xícara.

Talvez nos nossos momentos mais triste, mais frios, precisamos de uma xícara bonita, com um café bem quente, para nos aquecer, para nos queimar a língua, dizendo indiretamente que ainda há vida dentro de nós, quando doí tanto que fica difícil de se respirar, ferva a água(chore bastante), pegue o pó( fique ciente da dor), misture os dois( você precisa estar ciente dos seus sentimentos) acrescente açucar( esperança) e beba em uma xícara bem bonita.
A tristeza é bonita olhando por esse ângulo, o cheiro é bom, mas não axagere nela, causa dependência e amarela os dentes.

segunda-feira, 17 de maio de 2010

(des)necessário

Ou me mato, ou, te mato dentro de mim.
Eu queria mesmo fazer todas as escolhas.

quarta-feira, 5 de maio de 2010

(não) anestesiada

Abra as mãos e as separe-as é assim que tem de ser, deixar o fluxo rolar, sabe?
Chega, de tentar manipular, e chega de ser manipulada, as coisas simplesmente
(des)acontecem, e você precisa abrir o olhos para enxergar.
Chega de bagagem extra, e de pagar mais caro por isso, porque sempre a limites,
ou, linhas, se cair melhor.
Da um passo com a perna direita, mas começa com a esquerda, e aí se minha
superstição não vai alem da porta de casa, tranquei lá.
Carrego pimentas no chaveiro, mas nem sei se ajuda mesmo, porque quando eu
quiser me acabar, ninguém segura.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

vôce me vira a cabeça

Sinceramente? Eu já estou perdida, e não consigo mentir para mim, a verdade lateja urgentemente dentro da cabeça e escorre pelos ouvidos.
Eu já não consigo escutar mais nada, porque há uma voz dentro de mim que grita todo o meu querer e abafa tudo que é de fora;
E o que eu quero? Peneiro tudo, afim de deixar o grosso e os fiapos para fora do suco de limão, meio azedo mais gostoso, danado.
Seus olhos vão para todas as direções menos para onde estão os meus, carentes e quase transbordados de água esperando mais de 5 segundos de puro contato visual, quando a sintonia da um click.
Eu não sei, se já comecei e caminhei bastante, ou, se caminhei pouco, estou perdida entre os dias, meses, anos e horas, não conto os segundos, desculpe, só sei que estou cansada, sem um copo de água para beber, sem um sofá para descansar.
Eu te quero, quero! E não sei mais como mostrar pra você, você esta em um freqüência e eu em outra, torcendo para gente ouvir a mesma música..

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Opções.

- Uma paixão, por favor. - Antes que a balconista pudesse emitir algum som, mostrar todos os sabores. - Real. – não poderia ouvir as possibilidades e cair na tentação de acabar levando à platônica. - Desculpa, eu estava viajando... Então estou por fora. Quanto custa? - Abrindo o coração.

- Depende do dia...